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18.12.13

O tempo é o maior carceeiro

Nada nos aprisiona mais do que o tempo. Estou a falar de clausura que não implica barras físicas. Na nossa vida, comum dos mortais, termos de funcionar entre barreiras temporais é uma autêntica prisão. Sabes que, entre as 9h00 e as 18h00, estás ali "presa", no caso, no local de trabalho. Sabes que, entre setembro e julho, estás obrigada àquela mesma rotina: levantar, despachar, trabalhar, regressar, levantar, despachar, trabalhar, regressar...

É claro que todos temos de trabalhar. Mas este formato corroi a expressão máxima do ser humano, que será ser livre. 

Ainda bem que a Internet nos trouxe liberdade. Liberdade de movimentos, de espaço, de tempo. É verdade. Ainda vai demorar uns aninhos para a ideia de "inculturar", mas o caminho será por aí. Acredito que evoluímos como seres humanos para o lado positivo (apesar de a insanidade pairar por aí e sempre pairará). Mas no coletivo tentamos ser uma sociedade cada vez melhor. E ser uma melhor sociedade significa que o ser humano poderá ter realmente mãos na sua própria vida.

Do meu lado, eu tomo conta da minha vida (dentro do possível).

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publicado às 13:47


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